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lunes, 27 de julio de 2009

Curitiba é 49.º entre as cidades com maior influência global

Em um ranking com 65 cidades de países emergentes com maior influência no mercado global, Curitiba aparece na 49.º posição. O levantamento, feito pela operadora de cartões Mastercard e divulgado ontem, é dominado pela China, que tem 15 centros comerciais de relevância mundial. Do Brasil são outras quatro cidades, todas na frente de Curitiba. Mas a capital paranaense conquistou um feito não compartilhado por outras de porte semelhante, como Porto Alegre, Belo Horizonte e Recife.

O Índice Mastercard de Mercados Emergentes 2008 foi criado com a intenção de avaliar e comparar o desempenho das cidades em diferentes funções que interligam os mercados e o comércio no mundo inteiro. Foram considerados oito tópicos, subdivididos em cerca de cem indicadores. Curitiba teve melhor desempenho no tópico de segurança, que leva em conta segurança pessoal, liberdades civis dos indivíduos, ocorrência de desastres naturais e ambiente social. Neste aspecto, a cidade ocupa a quarta posição, dentre todas as 65.

Em termos de crescimento e desenvolvimento econômico, que leva em conta investimentos estrangeiros, Produto Interno Bruto (PIB) e população, Curitiba ficou em 23º lugar, na frente apenas de Brasília, dentre as brasileiras. As 15 primeiras cidades desse grupo são da China, reflexo do grande número de habitantes e a importância da economia chinesa no resto do mundo. No tópico educação e tecnologia da informação, a capital paranaense também ocupa posição intermediária, com o 34º lugar, à frente de Brasília e Recife. A qualidade de vida urbana de Curitiba garantiu o 17º lugar mundial, o que a deixou atrás de Brasília (6º), São Paulo (15º) e Rio de Janeiro (16º).

Curitiba não aparece muito bem em relação à rede de serviços financeiros (45º lugar) e também em termos de conectividade comercial (penúltimo na lista de 65). Essa categoria considera volume de passageiros e carga transportados por ar, presença de consulados e embaixadas internacionais, e infra-estrutura de hotéis e centros de convenções.

Decisões

De acordo com o líder em planejamento e inteligência de mercados da Mastercard, Carlos José Fonseca, o índice pode ajudar empresas, governos e até cidadãos a tomarem decisões de negócios e investimentos, ao mostrar os riscos e vantagens das cidades mais importantes nos mercados em desenvolvimento. “Na América Latina há um crescimento sustentado da classe média. Acreditamos que isso vai continuar. Apenas 15% a 20% das transações financeiras nessa região são feitas com cartão de crédito, e só 30% da população usa o sistema bancário. Ainda há um grande potencial de crescimento”, avalia.

“É real que alguns dos investimentos serão afetados pela crise, mas não todos eles”, avalia o especialista em desenvolvimento urbano do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) Eduardo Rojas, que participou da divulgação do estudo. Ele ressaltou a importância da economia latino-americana, apesar da predominância asiática no ranking da Mastercard. A Europa foi representada por 11 cidades – das quais Budapeste, na Hungria, é destaque.

Ranking Latinoamericano

1° Santiago

2° Ciudad de Mexico

3° San Paulo

4° Buenos Aires

5° Monterrey

6° Montevideo

7° Lima

8° Bogotá

9° Rio de Janeiro

10° Brasília

11° Recife

12° Curitiba

13° Santo Domingo

14° Quito

15° Medellín

16° Caracas

Fonte: www.gazetadopovo.com.br

domingo, 26 de abril de 2009

Para contribuir con el medio ambiente... ¿Menos hijos, menos polución?

En artículo publicado en la revista científica British Medical Journal afirma que tener menos hijos es una forma de contribuir al combate del calentamiento global. El profesor de planificación familiar del University College, de Londres, John Guillebaund, resalta que “la población mundial ya ultrapasa 6.7 billones y el consumo de combustibles fósiles, agua potable, cosechas, peces y bosques excede la oferta”. Según el especialista, “cada persona que nace contribuye a la emisión de de gases poluidores y es imposible escapar de la de la pobreza sin que haya un aumento de esas emisiones”

jueves, 19 de febrero de 2009

Reciclaje en esculturas


La artista norteamericana Susan Bell, que reside en la ciudad de Denver, en el estado de Colorado (EUA), decidió reciclar el excremento de sus dos caballos hacer esculturas de animales, como conejos, patos, sapos, gatos, tortugas y ardillas.

Según Susan, la ideia de utilizar el excremento para hacer sus esculturas surgió despues de ver una exposición en Nueva York, que presentaba obras de arte creadas a partir de heces humanas. Los precios de sus obras varian entre US$ 8 e US$ 28, según la pagina web www.dungbunnies.com

sábado, 25 de octubre de 2008

Curitiba é a 54.ª em ranking de 72 cidades “verdes” do mundo

Paris – Curitiba é a 54.ª cidade mais “verde” do planeta, segundo uma classificação realizada com 72 grandes centros e publicada na quinta-feira (20/9) pela revista Reader’s Digest. Estocolmo e Oslo lideram o ranking, seguidas de Munique e Paris, e longe das megalópoles asiáticas como Mumbai, Xangai e Pequim, que é a lanterninha.

Para montar a lista, as equipes da Reader’s Digest obtiveram dados locais e se apoiaram em informações da União Internacional de Transportes Públicos (que leva em conta elementos como lixo, reciclagem, preço da eletricidade e poluição por partículas, espaços verdes e transportes coletivos).

Países

A revista também fez uma classificação dos países mais “verdes”. Entre 141 nações pesquisadas, Finlândia, Islândia e Noruega lideram. Segundo a publicação, os três são os países com maior preocupação com seu ambiente e o bem-estar da população. O Brasil ocupa o 40.º lugar, atrás de países como a Albânia e a Bósnia-Herzegovina.

Os dez primeiros lugares correspondem à Europa, com exceção da Asutrália e Uruguai, que aparecem, respectivamente, na oitava e nona colocação. Entre os grandes países, a França aparece na posição 16, Alemanha na 21, Estados Unidos na 23 e Reino Unido na 25.

A Argélia, o país africano que se saiu melhor, ocupa a 72.ª posição. Os últimos 30 lugares são ocupados pelos países desse continente, com exceção do Haiti, na 132.ª posição. Os últimos da classificação são Níger, Serra Leoa, Burkina Faso, Chade e Etiópia.

A classificação por países foi realizada a partir de critérios de ambiente, como a qualidade do ar, da água, da biodiversidade ou da emissão de gases do efeito estufa, mas também por critérios sociais, como produto interno bruto, educação, desemprego e expectativa de vida.

A classificação é o resultado da combinação do Indicador de Desenvolvimento Humano, estruturado pelas Nações Unidas, e o Índice 2005 de Desenvolvimento Sustentável, elaborado pelas universidades americanas de Yale e Columbia, e pelo Fórum Econômico Mundial.

A partir de 22 de setembro, essas classificações, assim como os resultados detalhados e o conjunto de critérios utilizados, poderão ser consultados na internet www.selectionclic.com

Fontes:

www.selectionclic.com,www.gazetadopovo.com.br